Ai de mim!,
Que retorno ao monitor frente ao desconhecido
Que essência implica no fator que faz tocar sinos
d’O miocárdio já muito vítima de assassinos
Debulhando o menor dos seus barcos, belo genocídio;
Ai de Mim!,
Que as revoltas pedantes troquei por quase-orgias
Amontoadas numa Trilogia discreta-irrelevante
De uma ruiva me resta os ossos, da morena um implante
E o Jardim astrológico implicando c’os guias;
Ai de Mim!,
Q’agitei o asco em pós-transas caudalosas
Omitido à alvidez que transbordava sudor
Das entrelinhas que demarcavam vigor
E a Guerra irrisória pulula nos espinhos das rosas;
Ai de Mim!,
Qu’assusto minha paranóia cada passo
E sinto o ardir de um ventre que deu vida
A Rascunhos precipitando c’os suicídas
Debruçando teus calcaquanhares ao raso;
Ai de Mim!,
E das Três Moças icendiárias ao céu irrisório
Que fiz esverdear d’uma brisa calúnias cômicas;
Ai de Mim!,
E dos aclives irredundantes qual meus demônios
Desnudos deixaram-se expostos à cataclismas glicônicos;
Ai de mim!,
Qu’A uma Donzela do grego Viríl destinei Lamúrias:
Minha nau decifradas por linhas de catástrofes
Meu pulsar mais onírico, meus escombros, minhas aves:
Harpías gritantes de vísceras coléricas e asas frias.